Divulgando: Uol Notícias Internacionais
07/04/201204h49 Japão
Três destroyers japoneses e um americano zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa (sul), onde permanecerão em alerta perante o lançamento, na próxima semana, de um satélite norte-coreano que sobrevoará a região.
As quatro embarcações são equipadas com sistemas de intercepção de mísseis Aegis.
O desdobramento ocorre pelo fato de a Coreia do Norte ter anunciado que planeja lançar o satélite Kwangmyongsong 3 mediante um projétil de longo alcance entre os dias 12 e 16 de abril, e depois de o Ministério da Defesa japonês ter ordenado às Forças Armadas do país que o destruam se ameaçar cair sobre seu território.
As Forças de Autodefesa também instalaram mísseis terra-ar Patriot Advanced Capability-3 nas ilhas de Miyako e Ishigaki, que devem ser sobrevoadas pelo foguete, e nas localidades de Naha e Nanjo, na ilha principal de Okinawa, além de terem transferido cerca de 800 soldados a estes quatro pontos.
O Japão também se prepara com sistema de anti-mísseis terra-ar nas bases de Ichigaya, Narashino e Asaka, na área de Tóquio.
O Executivo japonês acredita que a possibilidade de fragmentos do foguete caírem sobre o arquipélago é pequena, mas mesmo assim decidiu manter-se em alerta nas datas previstas para o lançamento.
O Japão e outros países, como Estados Unidos e Coreia do Sul, condenaram os planos de Pyongyang por considerar que na realidade encobrem o teste de um míssil balístico, o que suporia a violação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
Por outro lado, a Coreia do Norte diz que o lançamento tem fins científicos, e por isso convidou analistas e jornalistas estrangeiros a presenciarem o teste para que verifiquem sua natureza pacífica.
30/03/201209h06 Japão
Coreia do Norte faz testes com mísseis e põe em alerta a Coreia do Sul e o Japão
07/04/201204h49 Japão
Três destroyers japoneses e um americano zarparam neste sábado de diferentes bases japonesas rumo a Okinawa (sul), onde permanecerão em alerta perante o lançamento, na próxima semana, de um satélite norte-coreano que sobrevoará a região.
As quatro embarcações são equipadas com sistemas de intercepção de mísseis Aegis.
O desdobramento ocorre pelo fato de a Coreia do Norte ter anunciado que planeja lançar o satélite Kwangmyongsong 3 mediante um projétil de longo alcance entre os dias 12 e 16 de abril, e depois de o Ministério da Defesa japonês ter ordenado às Forças Armadas do país que o destruam se ameaçar cair sobre seu território.
As Forças de Autodefesa também instalaram mísseis terra-ar Patriot Advanced Capability-3 nas ilhas de Miyako e Ishigaki, que devem ser sobrevoadas pelo foguete, e nas localidades de Naha e Nanjo, na ilha principal de Okinawa, além de terem transferido cerca de 800 soldados a estes quatro pontos.
O Japão também se prepara com sistema de anti-mísseis terra-ar nas bases de Ichigaya, Narashino e Asaka, na área de Tóquio.
O Executivo japonês acredita que a possibilidade de fragmentos do foguete caírem sobre o arquipélago é pequena, mas mesmo assim decidiu manter-se em alerta nas datas previstas para o lançamento.
O Japão e outros países, como Estados Unidos e Coreia do Sul, condenaram os planos de Pyongyang por considerar que na realidade encobrem o teste de um míssil balístico, o que suporia a violação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.
Por outro lado, a Coreia do Norte diz que o lançamento tem fins científicos, e por isso convidou analistas e jornalistas estrangeiros a presenciarem o teste para que verifiquem sua natureza pacífica.
Japão envia destroyers ao sul perante lançamento de satélite norte-coreano
As Forças de Autodefesa do Japão enviaram neste sábado (31) a águas do sul do país uma embarcação dotada com o sistema antiaéreo Aegis, a fim de reforçar a segurança perante o lançamento de um satélite norte-coreano, previsto para abril.
O destroyer Kirishima partiu na primeira hora deste sábado da base naval de Yokosuka, 65 quilômetros ao sul de Tóquio, e se juntará no Mar da China Oriental a outros dois navios que contam com um sistema similar para interceptar mísseis, informou a agência "Kyodo".
As forças militares do Japão ainda devem instalar sistemas de intercepção terra-ar PAC3 nas ilhas Miyako, pertencentes ao arquipélago japonês de Okinawa.
A partida Kirishima rumo ao sul acontece um dia depois de o ministro da Defesa japonês, Naoki Tanaka, ter ordenado às Forças de Autodefesa que interceptem o foguete norte-coreano caso seja necessário para evitar que o projétil ou fragmentos dele caiam em território do Japão.
A partida Kirishima rumo ao sul acontece um dia depois de o ministro da Defesa japonês, Naoki Tanaka, ter ordenado às Forças de Autodefesa que interceptem o foguete norte-coreano caso seja necessário para evitar que o projétil ou fragmentos dele caiam em território do Japão.
30/03/201209h06 Japão
Coreia do Norte faz testes com mísseis e põe em alerta a Coreia do Sul e o Japão
As autoridades da Coreia do Norte confirmaram que foram feitos na quinta-feira (29) testes com dois mísseis de curto alcance na Região Noroeste, na área do Mar Amarelo. Os testes agravam as tensões com países vizinhos, como a Coreia do Sul e o Japão.
De acordo com as autoridades norte-coreanas, os mísseis têm alcance de cerca de 120 quilômetros. As autoridades, porém, negam relação entre os testes e o projeto de lançamento da Coreia do Norte. Os norte-coreanos pretendem lançar em abril o foguete de transporte de satélite.
Na Coreia do Sul e no Japão, o temor é que os norte-coreanos façam os testes para verificar as condições de lançamento de mísseis de longo alcance. A Coreia do Norte é considerada um dos países mais isolados do mundo e seu programa nuclear estimula desconfiança da comunidade internacional sobre os fins não pacíficos.
No começo deste mês, o governo dos Estados Unidos negociou com o da Coreia Norte o fim dos testes nucleares, com o envio de cerca de 240 mil toneladas de alimentos. Os norte-coreanos se queixam de dificuldades internas para o abastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos.
A Coreia do Norte anunciou em meados de março que lançará em abril um satélite de observação a partir de um foguete de longo alcance, um plano recebido com receio por vizinhos como Japão e Coreia do Sul, que o consideram um teste encoberto para o desenvolvimento de mísseis com capacidade nuclear.
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