Divulgando: Tua saúde Junho de 2012
Atenção: O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.
Fotos: autor do Blog / Erika
Estes alimentos são ricos em gorduras monoinsaturadas e aumentam o colesterol bom HDL, diminuindo o colesterol ruim, LDL. Mas para baixar o colesterol mais rapidamente é recomendado fazer algum tipo de atividade física cerca de 3 vezes por semana.
O colesterol bom HDL deve ser sempre superior a 35mg/dl.

Colesterol, ácidos graxos livres, triglicerídios, LDL (“colesterol ruim”), HDL (“colesterol bom”), VLDL, gordura saturada, gorduras mono e poli-insaturadas, gorduras trans.
Muito se tem lido e ouvido falar sobre o colesterol, gorduras saturadas, gorduras trans, e os potenciais danos que o aumento destes compostos no sangue podem trazer à saúde. Esse interesse, crescente nos últimos anos, se explica pelo aumento da incidência das doenças vasculares, especialmente doença cardíaca (infarto, hipertensão, aterosclerose) e acidente vascular cerebral (AVC ou derrame), que representam uma das principais causas de morte no mundo, e a associação destes eventos com a quantidade de gordura no sangue. Essa associação foi estabelecida por vários estudos epidemiológicos em que o nível de colesterol elevado (acima de 200 mg/dL) se relaciona com maior risco de doença cardíaca e aterosclerose.
Mas quais são estes compostos e como eles podem prejudicar a saúde do indivíduo?
Lipídios ou gorduras – o que são? Estas são as denominações gerais para um grupo heterogêneo de compostos que são muito pouco solúveis na água.
Benefícios dos lipídios ao organismo – Estes compostos cumprem várias funções importantes para o organismo, dentre elas fazer parte da estrutura de todas as células do organismo, ser o maior meio de estocar nutrientes, funcionando como reserva de energia, ser os precursores de hormônios (como testosterona, estradiol, progesterona e muitos mais), de vitaminas e da bile, atuam como protetores de órgãos vitais e são importantes para o isolamento térmico. Por essas razões, as gorduras são indispensáveis para o organismo.
TIPOS DE GORDURAS
Lipidios simples – são os triglicerídeos que têm em sua composição os ácidos graxos. Os trigliceridios constituem a principal forma de armazenamento de gorduras nas células adiposas.
Lipídios compostos – São os fosfolipídeos, os glicolipídeos, a lecitina e as lipoproteínas.
Lipídios derivados – O colesterol é o mais conhecido (é formado a partir dos lipídeos simples e compostos. existindo em todos os tecidos dos animais)
Os ácidos graxos podem ser insaturados ou saturados.
A denominação saturado e insaturado se deve aos tipos de ligação entre os átomos de carbono. Um ácido graxo saturado contém somente ligações simples entre os seus átomos de carbono. Os ácidos graxos insaturados possuem ligações duplas. Como os triglicerídeos (e também o colesterol) não são solúveis em água eles não circulam livremente no sangue. Por este motivo, eles são transportados pelo sangue ligados à proteínas, formando complexos de lipoproteínas. Além dos triglicerídeos, outros lipídeos como colesterol e fosfolipídeos também são transportados no sangue ligados a proteínas como lipoproteínas.
Existem quatro classes de lipoproteínas separadas de acordo com a sua densidade (proporção entre lipídeo e proteína): os quilomicrons, as lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL sigla do inglês very low-density lipoproteins), as lipoproteínas de baixa densidade ou colesterol "ruim" (LDL sigla do inglês low-density lipoproteins) e as lipoproteínas de alta densidade ou colesterol "bom" (HDL sigla do inglês de high density lipoprotein).
Destas lipoproteínas, os quilomícrons e as VLDL são as quantitativamente mais importantes para o transporte de triglicerídeos e o LDL e HDL são mais importantes para o transporte de colesterol. Os quilomicrons são formados no intestino e contêm 85% de triglicerídios originados da dieta. As VLDL são formadas no fígado a partir das gorduras, dos carboidratos, do álcool e do colesterol e contêm o maior percentual de lipídios dentre as lipoproteínas (95%). A degradação das VLDL no fígado produz as LDL que carregam normalmente de 60 a 80% do colesterol do sangue. O fígado e o intestino delgado produzem as HDL que possuem o mais alto percentual de proteína (50%) e a menor quantidade de lipídeos.
O COLESTEROL
O colesterol origina-se por meio da dieta (colesterol exógeno) ou pela síntese celular (colesterol endógeno), esta produção pode ocorrer por quase todas as células dos mamíferos, com o fígado sendo o responsável por 10 a 20% da síntese. Todo o colesterol da dieta é de origem animal (carnes, laticíneos, ovos, etc.). Mesmo com uma dieta isenta de colesterol, serão formados endógenamente de 0,5 a 2,0 g por dia deste composto. A síntese do colesterol endógeno pelo fígado é facilitada por uma dieta rica em ácidos graxos saturados. A maior parte do colesterol da dieta e do colesterol sintetizado endogenamente é convertida em ácidos biliares e excretada nas fezes.
Por que o colesterol faz mal?
O colesterol não faz mal à saúde. Pelo contrário, o colesterol é importante para o funcionamento normal do organismo. O que faz mal à saúde é o excesso de colesterol. O conteúdo total de colesterol no corpo gira em torno de 140 g, dos quais 120 g está presente nas membranas das células e há evidências científicas que um aumento na concentração plasmática de colesterol produz um aumento do colesterol nessas membranas. Nas plaquetas (um tipo especial de célula sanguínea responsável pela coagulação do sangue), este efeito provoca o aumento de uma substância chamada troboxano-A2 (substância que favorece a agregação das plaquetas), com a formação de trombos que obstruem os vasos sanguíneos. Este é um dos fatores que relaciona o colesterol elevado no plasma com o aumento da incidência de doença cardíaca.
O aumento do colesterol no sangue que exceda às necessidades do organismo, produz um processo degenerativo nas artérias chamado de aterosclerose. Há uma deposição de colesterol na parede das artérias formando placas que causam o enrijecimento e estreitamento com eventual fechamento do vaso sanguineo, o que leva a um menor aporte de sangue para as células, que acabam morrendo. Este efeito nos vasos sanguíneos do coração e do cérebro provoca infarto e derrame (acidente vascular cerebral – AVC).
Por que o LDL é chamado de colesterol "ruim"?
Como vimos, a LDL é a lipoproteína que carrega a maior parte do colesterol do sangue (60 a 80%). O papel das LDL é transportar o colesterol para os tecidos periféricos, onde irá exercer as suas funções indispensáveis de participar da síntese de componentes celulares e hormônios. Dessa forma as LDL distribuem o colesterol até as células, inclusive as células que formam a parede das artérias. Uma determinada quantidade de LDL-colesterol é fundamental para o bom funcionamento do organismo. O LDL-colesterol passa a ser prejudicial quando suas quantidades superam as necessidades do organismo. As LDL têm alta afinidade pelas células da parede das artérias, onde o excesso de LDL-colesterol sofrerá um processo químico chamado de oxidação: as LDL oxidadas são absorvidas por um tipo celular (macrófagos) que convertem-se em células espumosas e se depositam na parede das artérias, provocando lesões e estreitamentos, tendo como consequência a obstrução do fluxo de sangue.
Por que o HDL é chamado de colesterol "bom"?
As lipoproteínas HDL têm como principal função coletar o excesso de colesterol das células a levá-lo ao fígado, onde será metabolizado e excretado na bile sob a forma de sais biliares. Este processo é chamado de transporte reverso de colesterol e impede os danos que o excesso de lipídeos produz nas células, principalmente nas células dos vasos sanguíneos, onde o colesterol é retirado da parede das artérias pelas HDL. O resultado deste processo é uma redução da formação de placas ateroscleróticas. Numerosos estudos mostram que altos níveis de HDL são associados a uma menor incidência de doenças cardiovasculares.
O que é hiperlipidemia e dislipidemia e quais os níveis recomendados de Colesterol total, LDL e HDL?
Hiperlipidemia e dislipidemia são termos usados para caracterizar o aumento dos lipídeos no sangue (lembramos que eles estão sob a forma de lipoproteínas). Os níveis de lipídeos no sangue variam entre membros de diferentes populações, influenciados por fatores genéticos e da dieta/estilo de vida. O termo dislipidemia pode ser aplicado de forma mais específica para pacientes que apresentem alterações de HDL, LDL e triglicerídeos, porém possuam níveis de colesterol total normal.
Atenção: O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.
Fotos: autor do Blog / Erika
Lista de alimentos ricos em colesterol ruim
Croissant; chocolate; leite integral; leite condensado; queijos amarelos; creme de leite; peixe frito; carnes à milaneza; camarão; polvo; lulas; carnes com gordura visível; frango com pele;
patês; salsicha; salaminho; bacon; manteiga; margarina; banha de porco; óleos; pickes; batata frita; sorvete; pudim; receitas com creme de leite; biscoitos, tortas; frutos secos com sal empacotados; café expresso; bebidas achocolatadas; maionese; bebidas alcoólicas.
Todos estes alimentos devem ser evitados em caso de colesterol LDL acima de 130mg/dl.
Todos estes alimentos devem ser evitados em caso de colesterol LDL acima de 130mg/dl.
Lista de alimentos ricos em colesterol bom
abacate; azeite de oliva; óleo de milho, óleo de girassol; óleo de canola; óleo de amendoim; amendoim; amêndoas; castanha; linhaça; salmão; atum; alho; cebola; sardinha; soja; semente de girassol; gergelim; manteiga de amendoim.Estes alimentos são ricos em gorduras monoinsaturadas e aumentam o colesterol bom HDL, diminuindo o colesterol ruim, LDL. Mas para baixar o colesterol mais rapidamente é recomendado fazer algum tipo de atividade física cerca de 3 vezes por semana.
O colesterol bom HDL deve ser sempre superior a 35mg/dl.

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Divulgando: ABC da Saúde 5 de Junho de 2012
★ IMPORTANTE: Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
As informações disponíveis em Dicas de Saúde possuem apenas caráter educativo.
As informações aqui contidas não deverão, de forma alguma, ser utilizadas como substituto para o diagnóstico médico ou tratamento de qualquer doença sem antes consultar um médico.Colesterol, ácidos graxos livres, triglicerídios, LDL (“colesterol ruim”), HDL (“colesterol bom”), VLDL, gordura saturada, gorduras mono e poli-insaturadas, gorduras trans.
Muito se tem lido e ouvido falar sobre o colesterol, gorduras saturadas, gorduras trans, e os potenciais danos que o aumento destes compostos no sangue podem trazer à saúde. Esse interesse, crescente nos últimos anos, se explica pelo aumento da incidência das doenças vasculares, especialmente doença cardíaca (infarto, hipertensão, aterosclerose) e acidente vascular cerebral (AVC ou derrame), que representam uma das principais causas de morte no mundo, e a associação destes eventos com a quantidade de gordura no sangue. Essa associação foi estabelecida por vários estudos epidemiológicos em que o nível de colesterol elevado (acima de 200 mg/dL) se relaciona com maior risco de doença cardíaca e aterosclerose.
Mas quais são estes compostos e como eles podem prejudicar a saúde do indivíduo?
Lipídios ou gorduras – o que são? Estas são as denominações gerais para um grupo heterogêneo de compostos que são muito pouco solúveis na água.
Benefícios dos lipídios ao organismo – Estes compostos cumprem várias funções importantes para o organismo, dentre elas fazer parte da estrutura de todas as células do organismo, ser o maior meio de estocar nutrientes, funcionando como reserva de energia, ser os precursores de hormônios (como testosterona, estradiol, progesterona e muitos mais), de vitaminas e da bile, atuam como protetores de órgãos vitais e são importantes para o isolamento térmico. Por essas razões, as gorduras são indispensáveis para o organismo.
TIPOS DE GORDURAS
Lipidios simples – são os triglicerídeos que têm em sua composição os ácidos graxos. Os trigliceridios constituem a principal forma de armazenamento de gorduras nas células adiposas.
Lipídios compostos – São os fosfolipídeos, os glicolipídeos, a lecitina e as lipoproteínas.
Lipídios derivados – O colesterol é o mais conhecido (é formado a partir dos lipídeos simples e compostos. existindo em todos os tecidos dos animais)
Os ácidos graxos podem ser insaturados ou saturados.
A denominação saturado e insaturado se deve aos tipos de ligação entre os átomos de carbono. Um ácido graxo saturado contém somente ligações simples entre os seus átomos de carbono. Os ácidos graxos insaturados possuem ligações duplas. Como os triglicerídeos (e também o colesterol) não são solúveis em água eles não circulam livremente no sangue. Por este motivo, eles são transportados pelo sangue ligados à proteínas, formando complexos de lipoproteínas. Além dos triglicerídeos, outros lipídeos como colesterol e fosfolipídeos também são transportados no sangue ligados a proteínas como lipoproteínas.
Existem quatro classes de lipoproteínas separadas de acordo com a sua densidade (proporção entre lipídeo e proteína): os quilomicrons, as lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL sigla do inglês very low-density lipoproteins), as lipoproteínas de baixa densidade ou colesterol "ruim" (LDL sigla do inglês low-density lipoproteins) e as lipoproteínas de alta densidade ou colesterol "bom" (HDL sigla do inglês de high density lipoprotein).
Destas lipoproteínas, os quilomícrons e as VLDL são as quantitativamente mais importantes para o transporte de triglicerídeos e o LDL e HDL são mais importantes para o transporte de colesterol. Os quilomicrons são formados no intestino e contêm 85% de triglicerídios originados da dieta. As VLDL são formadas no fígado a partir das gorduras, dos carboidratos, do álcool e do colesterol e contêm o maior percentual de lipídios dentre as lipoproteínas (95%). A degradação das VLDL no fígado produz as LDL que carregam normalmente de 60 a 80% do colesterol do sangue. O fígado e o intestino delgado produzem as HDL que possuem o mais alto percentual de proteína (50%) e a menor quantidade de lipídeos.
O COLESTEROL
O colesterol origina-se por meio da dieta (colesterol exógeno) ou pela síntese celular (colesterol endógeno), esta produção pode ocorrer por quase todas as células dos mamíferos, com o fígado sendo o responsável por 10 a 20% da síntese. Todo o colesterol da dieta é de origem animal (carnes, laticíneos, ovos, etc.). Mesmo com uma dieta isenta de colesterol, serão formados endógenamente de 0,5 a 2,0 g por dia deste composto. A síntese do colesterol endógeno pelo fígado é facilitada por uma dieta rica em ácidos graxos saturados. A maior parte do colesterol da dieta e do colesterol sintetizado endogenamente é convertida em ácidos biliares e excretada nas fezes.
Por que o colesterol faz mal?
O colesterol não faz mal à saúde. Pelo contrário, o colesterol é importante para o funcionamento normal do organismo. O que faz mal à saúde é o excesso de colesterol. O conteúdo total de colesterol no corpo gira em torno de 140 g, dos quais 120 g está presente nas membranas das células e há evidências científicas que um aumento na concentração plasmática de colesterol produz um aumento do colesterol nessas membranas. Nas plaquetas (um tipo especial de célula sanguínea responsável pela coagulação do sangue), este efeito provoca o aumento de uma substância chamada troboxano-A2 (substância que favorece a agregação das plaquetas), com a formação de trombos que obstruem os vasos sanguíneos. Este é um dos fatores que relaciona o colesterol elevado no plasma com o aumento da incidência de doença cardíaca.
O aumento do colesterol no sangue que exceda às necessidades do organismo, produz um processo degenerativo nas artérias chamado de aterosclerose. Há uma deposição de colesterol na parede das artérias formando placas que causam o enrijecimento e estreitamento com eventual fechamento do vaso sanguineo, o que leva a um menor aporte de sangue para as células, que acabam morrendo. Este efeito nos vasos sanguíneos do coração e do cérebro provoca infarto e derrame (acidente vascular cerebral – AVC).
Por que o LDL é chamado de colesterol "ruim"?
Como vimos, a LDL é a lipoproteína que carrega a maior parte do colesterol do sangue (60 a 80%). O papel das LDL é transportar o colesterol para os tecidos periféricos, onde irá exercer as suas funções indispensáveis de participar da síntese de componentes celulares e hormônios. Dessa forma as LDL distribuem o colesterol até as células, inclusive as células que formam a parede das artérias. Uma determinada quantidade de LDL-colesterol é fundamental para o bom funcionamento do organismo. O LDL-colesterol passa a ser prejudicial quando suas quantidades superam as necessidades do organismo. As LDL têm alta afinidade pelas células da parede das artérias, onde o excesso de LDL-colesterol sofrerá um processo químico chamado de oxidação: as LDL oxidadas são absorvidas por um tipo celular (macrófagos) que convertem-se em células espumosas e se depositam na parede das artérias, provocando lesões e estreitamentos, tendo como consequência a obstrução do fluxo de sangue.
Por que o HDL é chamado de colesterol "bom"?
As lipoproteínas HDL têm como principal função coletar o excesso de colesterol das células a levá-lo ao fígado, onde será metabolizado e excretado na bile sob a forma de sais biliares. Este processo é chamado de transporte reverso de colesterol e impede os danos que o excesso de lipídeos produz nas células, principalmente nas células dos vasos sanguíneos, onde o colesterol é retirado da parede das artérias pelas HDL. O resultado deste processo é uma redução da formação de placas ateroscleróticas. Numerosos estudos mostram que altos níveis de HDL são associados a uma menor incidência de doenças cardiovasculares.
O que é hiperlipidemia e dislipidemia e quais os níveis recomendados de Colesterol total, LDL e HDL?
Hiperlipidemia e dislipidemia são termos usados para caracterizar o aumento dos lipídeos no sangue (lembramos que eles estão sob a forma de lipoproteínas). Os níveis de lipídeos no sangue variam entre membros de diferentes populações, influenciados por fatores genéticos e da dieta/estilo de vida. O termo dislipidemia pode ser aplicado de forma mais específica para pacientes que apresentem alterações de HDL, LDL e triglicerídeos, porém possuam níveis de colesterol total normal.
CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE LIPÍDIOS NO SANGUE
| |
Nível
|
Classificação
|
Colesterol Total
| |
Menor que 200 mg/dL
|
Desejável
|
200 – 239 mg/dL
|
Limítrofe alto
|
Maior ou igual que 240 mg/dL
|
Alto
|
HDL
| |
Menor que 40 mg/dL
|
Baixo (considera-se 50 mg/dL para mulheres)
|
Maior que 60 mg/dL
|
Alto
|
LDL
| |
Menor que 100 mg/dL
|
Ótimo
|
100 – 129 mg/dL
|
Próximo do Ótimo
|
130 – 159 mg/dL
|
Limítrofe Alto
|
160 – 189 mg/dL
|
Alto
|
Maior que 190 mg/dL
|
Muito Alto
|
TRIGLICERÍDIOS
| |
Menor que 150 mg/dL
|
Normal
|
150 -199 mg/dL
|
Limítrofe Alto
|
200 499 mg/dL
|
Alto
|
Acima de 500 mg/dL
|
Muito Alto
|

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