Divulgação: Revista Alternativa Online
10 de Julho de 2012
Em Kansai, a redução foi para 6%, mas muitas prefeituras estão pedindo que a população se mantenha prudente, preservando o objetivo de 10%
Além do restabelecimento das operações desse reator, ampliou-se a produção da usina hidrelétrica da região de Kansai. Na somatória, as duas fornecem 1,71 milhão de kW, o que levou o governo central a rever a partir desta terça-feira seu plano de racionamento.
Na área atendida pela Companhia Elétrica de Kansai, as autoridades do setor energético diminuíram a meta de economia de luz, pedida aos usuários, de 15% para 10%. Em agosto, no pico do consumo, o déficit de energia previsto era de 14,9%, caindo agora para 9,2%.
Como resultado dessas medidas, outras regiões, como Chubu e Nishi, também terão sua cota de sacrifício reduzida, já que diminuirão a cessão (transferência) de energia para a Companhia de Kansai.
Até agora, o governo vinha pedindo o racionamento principalmente à região Chubu. Com a reativação do reator 3 do da usina de Oi, ele abrandou a restrição de consumo de luz de 5% para 4% na área de Chubu e Hokuriku, e de 5% para 3% em Chugoku.
Convenha-se que é uma pequena folga. “Mas esse racionamento será aliviado mais, quando a unidade 4 da usina nuclear de Oi voltar a operar, a partir do final deste mês, retomando gradualmente a capacidade total de 1,18 milhão de kW”, anunciou Osamu Fujimura, chefe do gabinete governamental.
Então haverá nova revisão desses percentuais. É provável que as regiões de Chubu, Hokuriku e Chugoku fiquem livres do racionamento. Na área de Shikoku, os 7% pedidos inicialmente descerão para 5%.
Em Kansai, a meta restritiva cairá para 6%, mas muitas prefeituras estão pedindo que a população se mantenha prudente, preservando o objetivo inicial de 10%.
Prevenindo-se contra eventuais problemas nas usinas termoelétricas e outras contingências, as quatro empresas geradoras de energia, incluindo a de Kansai, Shikoku, Kyushu e Hokkaido, já estão se preparando para o plano de interrupção de luz dentro dos patamares previstos.
Fora a Companhia Elétrica de Tokyo (Tepco) e a de Hokuriku, que têm folga na geração de energia, não tendo estabelecido percentual de racionamento, as demais fornecedoras não livrarão seus consumidores dos mesmos transtornos do verão passado, apesar desta vez o desconforto ser menor.
Contrariando a opinião popular, o governo voltou a colocar em operação o reator 3 da unidade da usina nucler de Oi, depois de 1 ano e três meses de paralisação. No dia 5, a Companhia de Kansai passou a enviar para a região e gradativamente vinha aumentando a produção de energia.
O diretor-presidente da Companhia de Kansai, Makoto Yagi, se comprometeu a priorizar a segurança durante a reativação da unidade 4 do complexo nuclear de Oi, norteando as atividades de forma gradual e cautelosa.
O governador da província de Fukui, Issei Nishikawa, que defendeu a retomada das operações, sob argumento de que sobreviria uma grave crise de abastecimento, entende que a reativação da usina de forma segura devolverá a confiança do povo, estimulando o debate da energia nuclear como uma das fontes necessárias no país.
Além da unidade de Oi, o governo autorizou a volta do funcionamento do reator 3 da usina nuclear de Tomari, gerida pela Empresa Elétrica de Hokkaido, restabelecendo o programa de energia nuclear tão criticado.
Reuters
10 de Julho de 2012
Em Kansai, a redução foi para 6%, mas muitas prefeituras estão pedindo que a população se mantenha prudente, preservando o objetivo de 10%
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| Homem passa ao lado de painéis eletrônicos que indicam o nível de consumo de energia na região de Kanto |
Tóquio, 10/jul - Os usuários já não precisarão mais racionar o consumo de energia elétrica na escala pedida anteriormente pelo governo japonês. Desde segunda-feira, voltou a funcionar, em sua capacidade plena, a unidade 3 do complexo nuclear de Oi, na província de Fukui, que gera 1,18 milhão de kW.
Além do restabelecimento das operações desse reator, ampliou-se a produção da usina hidrelétrica da região de Kansai. Na somatória, as duas fornecem 1,71 milhão de kW, o que levou o governo central a rever a partir desta terça-feira seu plano de racionamento.
Na área atendida pela Companhia Elétrica de Kansai, as autoridades do setor energético diminuíram a meta de economia de luz, pedida aos usuários, de 15% para 10%. Em agosto, no pico do consumo, o déficit de energia previsto era de 14,9%, caindo agora para 9,2%.
Como resultado dessas medidas, outras regiões, como Chubu e Nishi, também terão sua cota de sacrifício reduzida, já que diminuirão a cessão (transferência) de energia para a Companhia de Kansai.
Até agora, o governo vinha pedindo o racionamento principalmente à região Chubu. Com a reativação do reator 3 do da usina de Oi, ele abrandou a restrição de consumo de luz de 5% para 4% na área de Chubu e Hokuriku, e de 5% para 3% em Chugoku.
Convenha-se que é uma pequena folga. “Mas esse racionamento será aliviado mais, quando a unidade 4 da usina nuclear de Oi voltar a operar, a partir do final deste mês, retomando gradualmente a capacidade total de 1,18 milhão de kW”, anunciou Osamu Fujimura, chefe do gabinete governamental.
Então haverá nova revisão desses percentuais. É provável que as regiões de Chubu, Hokuriku e Chugoku fiquem livres do racionamento. Na área de Shikoku, os 7% pedidos inicialmente descerão para 5%.
Em Kansai, a meta restritiva cairá para 6%, mas muitas prefeituras estão pedindo que a população se mantenha prudente, preservando o objetivo inicial de 10%.
Prevenindo-se contra eventuais problemas nas usinas termoelétricas e outras contingências, as quatro empresas geradoras de energia, incluindo a de Kansai, Shikoku, Kyushu e Hokkaido, já estão se preparando para o plano de interrupção de luz dentro dos patamares previstos.
Fora a Companhia Elétrica de Tokyo (Tepco) e a de Hokuriku, que têm folga na geração de energia, não tendo estabelecido percentual de racionamento, as demais fornecedoras não livrarão seus consumidores dos mesmos transtornos do verão passado, apesar desta vez o desconforto ser menor.
Contrariando a opinião popular, o governo voltou a colocar em operação o reator 3 da unidade da usina nucler de Oi, depois de 1 ano e três meses de paralisação. No dia 5, a Companhia de Kansai passou a enviar para a região e gradativamente vinha aumentando a produção de energia.
O diretor-presidente da Companhia de Kansai, Makoto Yagi, se comprometeu a priorizar a segurança durante a reativação da unidade 4 do complexo nuclear de Oi, norteando as atividades de forma gradual e cautelosa.
O governador da província de Fukui, Issei Nishikawa, que defendeu a retomada das operações, sob argumento de que sobreviria uma grave crise de abastecimento, entende que a reativação da usina de forma segura devolverá a confiança do povo, estimulando o debate da energia nuclear como uma das fontes necessárias no país.
Além da unidade de Oi, o governo autorizou a volta do funcionamento do reator 3 da usina nuclear de Tomari, gerida pela Empresa Elétrica de Hokkaido, restabelecendo o programa de energia nuclear tão criticado.
Reuters

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