Divulgação | Planeta Sustentável
José Eduardo Mendonça - 21/08/2013
Cientistas descobriram uma forte evidência de que o cobre ajuda a promover mudanças no cérebro, o que pode tanto causar como exacerbar a doença. Mas concluem que há pouco a se fazer a respeito, porque o cobre é muito abundante na dieta das pessoas e também é vital à saúde.
As pessoas têm grande exposição ao cobre. O mineral aparece em água potável que corre por canos feitos do material, em suplementos nutricionais e em alimentos como carne vermelha, mariscos, castanhas e muitas frutas e vegetais.
O metal, encontrado na água potável e em alimentos, desempenha papéis importantes na função nervosa, crescimento dos ossos, formação de tecidos conjuntivos e secreção de hormônio.
Pesquisadores nos Estados Unidos conduziram uma série de experimentos com ratos, os quais ingeriram pequenas quantidades de cobre através de sua água de beber. Em termos humanos, as doses foram equivalentes ao consumo do metal em uma dieta normal.
O estudo mostrou que a acumulação de cobre no cérebro desarranja a remoção natural da proteína tóxica beta-amilóide, fortemente implicada com o Alzheimer. O cobre também estimula diretamente neurônios que aumentam a produção da proteína, o que causa a formação de blocos que não podem ser removidos.
“Está claro que, com o tempo, o efeito cumulativo do cobre é prejudicial aos sistemas de remoção do beta-amilóide do cérebro,” afirmou ao webmd Rashid Deane, pesquisador do departamento de neurocirurgia do Centro Médico da Universidade de Rochester.
José Eduardo Mendonça - 21/08/2013
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| Metal promove alterações no cérebro Foto: Reprodução Planeta Sustentável |
As pessoas têm grande exposição ao cobre. O mineral aparece em água potável que corre por canos feitos do material, em suplementos nutricionais e em alimentos como carne vermelha, mariscos, castanhas e muitas frutas e vegetais.
O metal, encontrado na água potável e em alimentos, desempenha papéis importantes na função nervosa, crescimento dos ossos, formação de tecidos conjuntivos e secreção de hormônio.
Pesquisadores nos Estados Unidos conduziram uma série de experimentos com ratos, os quais ingeriram pequenas quantidades de cobre através de sua água de beber. Em termos humanos, as doses foram equivalentes ao consumo do metal em uma dieta normal.
O estudo mostrou que a acumulação de cobre no cérebro desarranja a remoção natural da proteína tóxica beta-amilóide, fortemente implicada com o Alzheimer. O cobre também estimula diretamente neurônios que aumentam a produção da proteína, o que causa a formação de blocos que não podem ser removidos.
“Está claro que, com o tempo, o efeito cumulativo do cobre é prejudicial aos sistemas de remoção do beta-amilóide do cérebro,” afirmou ao webmd Rashid Deane, pesquisador do departamento de neurocirurgia do Centro Médico da Universidade de Rochester.

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