Divulgando: Veja / Coluna do Ricardo Setti
25/06/2012 às 18:38
Cidades inteiras, com conjuntos habitacionais imensos, maciços de escritórios, shoppings center gigantescos – vazias.
Bairros repletos de aranha-céus, centros comerciais maiores do que de Miami ou de Cingapura – e nenhuma pessoa dentro, nenhum movimento, nada.
Cidades fantasmas, que custaram centenas de bilhões de dólares.
25/06/2012 às 18:38
Cidades inteiras, com conjuntos habitacionais imensos, maciços de escritórios, shoppings center gigantescos – vazias.
Bairros repletos de aranha-céus, centros comerciais maiores do que de Miami ou de Cingapura – e nenhuma pessoa dentro, nenhum movimento, nada.
Cidades fantasmas, que custaram centenas de bilhões de dólares.
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| Milhares de apartamentos vazios, árvores, jardins, avenidas: nada de gente, nada de automóveis (Foto: wnd.com)
Há, porém, um pequeno problema: os imóveis não têm demanda – são caros demais para o poder aquisitivo da maioria das pessoas. Sem contar que, volta e meia, são construídos em áreas obviamente inadequadas, como na zona rural, onde trabalhadores sobrevivem com rendimentos miseráveis.
Há um inacreditável, atordoante estoque de 64 milhões de moradias vazias. “Quando a bolha imobiliária chinesa estourar”, diz o consultor britânico Gillen Tullock, baseado em Hong Kong, “a dos Estados Unidos vai parecer brincadeira”.
Paradoxalmente, centenas de milhões de chineses moram em condições miseráveis.
Confiram na ótima reportagem do jornalista Adrian Brown, do programa Dateline, da emissora de TV Special Broadcasting Service da Austrália.
In english: Vídeo Espantoso: na china, cidades inteiras, novinhas em folha construídas para ninguém morar. Há 64 milhões de imóveis vazios e centenas de milhões de pessoas sem ter onde morar. Vídeo: Youtube |


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