Hoje os meios de comunicação estão focando a questão das partículas do poluente atmosférico denominado PM2,5, trazido da CHINA juntamente com o vento e pólen.
O governo lançou nessa terça-feira (dia 5) às 8:00am, alerta na Província de Kumamoto(Arao Shi), para que a população, principalmente as crianças, que não necessitam sair, permanecerem em ambientes fechados, sendo esse é o segundo alerta após o lançado na Província de Yamaguchi,
O nível de concentração do poluente PM2,5 na atmosfera ultrapassou nesse dia, o número de referência permitido, estabelecido por normas de segurança do país, chegando a 110 microgramas ou seja, quase o dobro do permitido que é de até 70 microgramas em média por dia.
Podemos previnir o contato direto com o poluente através do uso de máscaras.
A poluição chinesa é tão perigosa que aquelas máscaras, que os japoneses geralmente usam para evitar alergias e transmissão da gripe, não são suficentes. Especialistas aconselham os moradores do leste do Japão, perto da China, a usarem máscaras especiais, semelhantes às usadas nas áreas contaminadas por radiação depois da explosão na usina de Fukushima, há dois anos. Só elas conseguem conter as partículas de fuligem.
O que vem a ser o PM2,5?
Material Particulado
Sob a denominação geral de Material Particulado (MP) vindo do inglês particulate matter (PM) se encontra um conjunto de poluentes constituídos de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que se mantém suspenso na atmosfera por causa de seu pequeno tamanho. As principais fontes de emissão de particulado para a atmosfera são: veículos automotores, processos industriais, queima de biomassa, ressuspensão de poeira do solo, entre outros. O material particulado pode também se formar na atmosfera a partir de gases como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx) e compostos orgânicos voláteis (COVs), que são emitidos principalmente em atividades de combustão, transformando-se em partículas como resultado de reações químicas no ar.
O tamanho das partículas está diretamente associado ao seu potencial para causar problemas à saúde, sendo que quanto menores maiores os efeitos provocados. O particulado pode também reduzir a visibilidade na atmosfera.
O material particulado pode ser classificado como:
Partículas Totais em Suspensão (PTS) Podem ser definidas de maneira simplificada como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 50 µm. Uma parte destas partículas é inalável e pode causar problemas à saúde, outra parte pode afetar desfavoravelmente a qualidade de vida da população, interferindo nas condições estéticas do ambiente e prejudicando as atividades normais da comunidade.
Partículas Inaláveis (MP10) Podem ser diferentes de maneira simplificada como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 10 µm. As partículas inaláveis podem ainda ser classificadas como partículas inaláveis finas – MP2,5 (<2,5 µm) particulas inaláveis grossas (2,5 a 10 µm). As partículas finas, devido ao seu tamanho diminuto, podem atingir os alvéolos pulmonares, já as grossas ficam retidas na parte superior do sistema respiratório.
CHINA
Sob a denominação geral de Material Particulado (MP) vindo do inglês particulate matter (PM) se encontra um conjunto de poluentes constituídos de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que se mantém suspenso na atmosfera por causa de seu pequeno tamanho. As principais fontes de emissão de particulado para a atmosfera são: veículos automotores, processos industriais, queima de biomassa, ressuspensão de poeira do solo, entre outros. O material particulado pode também se formar na atmosfera a partir de gases como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx) e compostos orgânicos voláteis (COVs), que são emitidos principalmente em atividades de combustão, transformando-se em partículas como resultado de reações químicas no ar.
O tamanho das partículas está diretamente associado ao seu potencial para causar problemas à saúde, sendo que quanto menores maiores os efeitos provocados. O particulado pode também reduzir a visibilidade na atmosfera.
O material particulado pode ser classificado como:
Partículas Totais em Suspensão (PTS) Podem ser definidas de maneira simplificada como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 50 µm. Uma parte destas partículas é inalável e pode causar problemas à saúde, outra parte pode afetar desfavoravelmente a qualidade de vida da população, interferindo nas condições estéticas do ambiente e prejudicando as atividades normais da comunidade.
Partículas Inaláveis (MP10) Podem ser diferentes de maneira simplificada como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 10 µm. As partículas inaláveis podem ainda ser classificadas como partículas inaláveis finas – MP2,5 (<2,5 µm) particulas inaláveis grossas (2,5 a 10 µm). As partículas finas, devido ao seu tamanho diminuto, podem atingir os alvéolos pulmonares, já as grossas ficam retidas na parte superior do sistema respiratório.
CHINA
Partículas de poluentes no ar mataram 8,6 mil na China em 2012
Fonte: G1 / NATUREZA
19/12/2012 08h53 - Atualizado em 19/12/2012 08h54
19/12/2012 08h53 - Atualizado em 19/12/2012 08h54
Estudo foi feito apenas em quatro grandes cidades do país.
Levantamento contabilizou também US$ 1 bilhão em prejuízos.
Partículas microscópicas de poluentes no ar mataram cerca de 8,6 mil pessoas em 2012 e causaram US$ 1 bilhão em prejuízos econômicos em quatro cidades chinesas, de acordo com um estudo da Universidade de Pequim e da organização não-governamental Greenpeace.
Segundo os pesquisadores, se esses níveis estivessem dentro dos limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as mortes seriam reduzidas em 80%, destacou o jornal "China Daily" nesta quarta-feira (19).
As partículas PM2.5 são conhecidas por prejudicarem os pulmões e o sistema cardiovascular, causando câncer no pulmão e outras doenças, por serem muito pequenas e se alojarem diretamente no sistema respiratório.
Levantamento contabilizou também US$ 1 bilhão em prejuízos.
Partículas microscópicas de poluentes no ar mataram cerca de 8,6 mil pessoas em 2012 e causaram US$ 1 bilhão em prejuízos econômicos em quatro cidades chinesas, de acordo com um estudo da Universidade de Pequim e da organização não-governamental Greenpeace.
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| Chaminé de indústria na China (Foto: JF Creative / Image Source / AFP) |
O estudo mediu os níveis de poluição de partículas PM2.5, menores que 2,5 micrômetros (milionésima parte do metro) de diâmetro, nas cidades de Pequim, Xangai, Guangzhou e Xi'an.
Segundo os pesquisadores, se esses níveis estivessem dentro dos limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as mortes seriam reduzidas em 80%, destacou o jornal "China Daily" nesta quarta-feira (19).
As partículas PM2.5 são conhecidas por prejudicarem os pulmões e o sistema cardiovascular, causando câncer no pulmão e outras doenças, por serem muito pequenas e se alojarem diretamente no sistema respiratório.
O rápido crescimento da China causou sérios problemas ambientais, desde rios poluídos até o efeito fog que normalmente encobre as cidades.
O governo pediu recentemente que as principais cidades divulgassem publicamente relatórios dos níveis do PM2.5.
ONG quer monitorar poluição na China e publicar dados na internet
08/12/2011 15h12 - Atualizado em 08/12/2011 15h12
Intenção é driblar bloqueio de dados sobre a qualidade do ar de Pequim.
Equipamento que custa US$ 5 mil informa níveis de poluição.
Na tentativa de driblar o bloqueio de informações do governo sobre os níveis de poluição atmosférica da China, moradores de Pequim começaram a usar dispositivos para tentar publicar na internet os dados referentes à quantidade de partículas poluidoras no ar.
O governo mantém em segredo todos os dados da capital chinesa. Entretanto, à medida que a cidade cresce, a população tem exigido o direito de saber se o município está poluído ou não.
“Se as pessoas sabem como está a situação do ar onde vivem, eles estão mais propensos a tomar medidas”, disse Wang Qiuxia, pesquisador e ambientalista da organização Green Beagle, que ensina aos moradores interessados a testar a poluição por meio de equipamentos produzidos localmente.
A razão para a discrepância é que o índice oficial não inclui a quantidade de material particulado que está no ar, resultante da queima de combustíveis de veículos, usinas de energia e agricultura. Agências do governo não fizeram comentários a respeito.
A Ong Green Beagle tenta incentivar comunidades para comprar seus próprios equipamentos de medição, que custam em média US$ 5 mil. De acordo com a organização, postar os dados de poluição na internet não representa uma ilegalidade, mas sim um desafio ao governo chinês. No passado, caso isto acontecesse, as pessoas poderiam ser presas.
Equipamento que custa US$ 5 mil informa níveis de poluição.
Na tentativa de driblar o bloqueio de informações do governo sobre os níveis de poluição atmosférica da China, moradores de Pequim começaram a usar dispositivos para tentar publicar na internet os dados referentes à quantidade de partículas poluidoras no ar.
O governo mantém em segredo todos os dados da capital chinesa. Entretanto, à medida que a cidade cresce, a população tem exigido o direito de saber se o município está poluído ou não.
“Se as pessoas sabem como está a situação do ar onde vivem, eles estão mais propensos a tomar medidas”, disse Wang Qiuxia, pesquisador e ambientalista da organização Green Beagle, que ensina aos moradores interessados a testar a poluição por meio de equipamentos produzidos localmente.
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| Morador de Pequim opera equipamento que monitora o nível de poluição atmosférica em conjunto residencial da cidade (Foto: Andy Wong/AP) |
Frequentemente, uma névoa amarela encobre Pequim, o que deixa edifícios encobertos e as ruas pouco visíveis. Ainda assim, o índice oficial de qualidade do ar registra a poluição no status “leve”, uma leitura que está em desacordo com a experiência das pessoas.
A razão para a discrepância é que o índice oficial não inclui a quantidade de material particulado que está no ar, resultante da queima de combustíveis de veículos, usinas de energia e agricultura. Agências do governo não fizeram comentários a respeito.
A Ong Green Beagle tenta incentivar comunidades para comprar seus próprios equipamentos de medição, que custam em média US$ 5 mil. De acordo com a organização, postar os dados de poluição na internet não representa uma ilegalidade, mas sim um desafio ao governo chinês. No passado, caso isto acontecesse, as pessoas poderiam ser presas.
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| Segundo uma organização ambiental, o governo da China esconde dados sobre a poluição atmosférica no país. O equipamento serviria para apontar o índice em tempo real. (Foto: Andy Wong/AP) |




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