Divulgação | Planeta Sustentável
Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
O clima está passando por mudanças muito mais rápidas do que as verificadas no passado, incluindo aquelas que levaram a extinções em massa, com muita espécies desaparecendo da face da Terra.
As evidências de mudanças podem ser encontradas em núcleos de gelo na Groenlândia e na Antártica, que datam de 800.000 anos. Elas mostram idades do gelo e interglaciais que vieram e se foram. Há ainda registros mais antigos nas rochas, entre eles um declínio de 11 a 12º nas temperaturas depois do máximo térmico do Paleoceno-Eoceno.
Mas isto aconteceu no correr de centenas de milhares de anos. Agora, já temos um aquecimento médio de 1Cº em relaçã0 ao século 19, e as projeções para 2100 falam até em 5Cº a mais, dependendo da sensibilidade do clima e de nossas emissões de gases estufa, segundo artigo dos cientistas Noah Diffenbaugh e Christopher Field publicado recentemente na Science.
Apesar do desconforto e dos tumultos climáticos do passado, as espécies se adaptaram, deslocando-se milhares de quilômetros para encontrar habitats viáveis. Pode ser que não dê mais tempo. De acordo com o estudo, a mudança vai ocorrer em “ordens de magnitude mais rápidas” que em qualquer momento nos últimos 65 milhões de anos.
Os pesquisadores consideram o resfriamento global que começou há 52 milhões de anos. Esta mudança foi de uma magnitude maior que o pior cenário de aquecimento para o século 21, mas a transição ocorreu em um período que durou 18 milhões de anos, e não décadas. “Além disso,” dizem eles, “as taxas de mudança global durante a Anomalia Climática Medieval e a Pequena Era do Gelo e no começo do Holoceno foram todas menores que as observadas de 1880 a 2005.”
Não se sabe especificamente como isto irá afetar espécies terrestres, e os efeitos irão variar conforme a região ou o habitat. Para algumas espécies, habitats adequados poderão estar apenas a quilômetros de distância. Para outras, o problema pode ser, dizem os cientistas, “climas não-análogos”, relata The Atlantic.
Terça-feira, 13 de Agosto de 2013
Adaptação será difícil para plantas e animais
Foto reprodução
As evidências de mudanças podem ser encontradas em núcleos de gelo na Groenlândia e na Antártica, que datam de 800.000 anos. Elas mostram idades do gelo e interglaciais que vieram e se foram. Há ainda registros mais antigos nas rochas, entre eles um declínio de 11 a 12º nas temperaturas depois do máximo térmico do Paleoceno-Eoceno.
Mas isto aconteceu no correr de centenas de milhares de anos. Agora, já temos um aquecimento médio de 1Cº em relaçã0 ao século 19, e as projeções para 2100 falam até em 5Cº a mais, dependendo da sensibilidade do clima e de nossas emissões de gases estufa, segundo artigo dos cientistas Noah Diffenbaugh e Christopher Field publicado recentemente na Science.
Apesar do desconforto e dos tumultos climáticos do passado, as espécies se adaptaram, deslocando-se milhares de quilômetros para encontrar habitats viáveis. Pode ser que não dê mais tempo. De acordo com o estudo, a mudança vai ocorrer em “ordens de magnitude mais rápidas” que em qualquer momento nos últimos 65 milhões de anos.
Os pesquisadores consideram o resfriamento global que começou há 52 milhões de anos. Esta mudança foi de uma magnitude maior que o pior cenário de aquecimento para o século 21, mas a transição ocorreu em um período que durou 18 milhões de anos, e não décadas. “Além disso,” dizem eles, “as taxas de mudança global durante a Anomalia Climática Medieval e a Pequena Era do Gelo e no começo do Holoceno foram todas menores que as observadas de 1880 a 2005.”
Não se sabe especificamente como isto irá afetar espécies terrestres, e os efeitos irão variar conforme a região ou o habitat. Para algumas espécies, habitats adequados poderão estar apenas a quilômetros de distância. Para outras, o problema pode ser, dizem os cientistas, “climas não-análogos”, relata The Atlantic.

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